Segundo as investigações iniciais, o suspeito consumia arquivos de abuso sexual infantil.
Na casa dele, foram apreendidos aparelhos de telefonia celular e mídias digitais. Todo o material será analisado pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte e pela Polícia Civil com o propósito de subsidiar as investigações e identificar outros possíveis crimes eventualmente cometidos pelo suspeito.
A operação Minos contou com a participação de um promotor de Justiça, seis servidores do MPRN, uma delegada de Polícia Civil, três policiais civis e oito policiais militares.
Fonte: Tribuna do Norte.
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