Estudantes com autismo recorrem à Justiça após terem cota negada em universidades
federais — Foto: g1
18 de AGOSTO 2025 - Dois estudantes diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível um — o mais leve de uma escala que vai até três — recorreram à Justiça após terem negadas as matrículas em universidades federais por meio de cotas para pessoas com deficiência.
As instituições alegaram à Justiça que os casos não se enquadravam na Lei de Cotas — que estabelece as regras para as reservas de vagas.
Júlia Porto Alvarenga, 19 anos, aprovada em Ciências da Computação na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), teve o diagnóstico de TEA questionado. A junta médica da universidade que a avaliou disse que ela tinha transtorno de ansiedade social, e negou a matrícula pela cota para pessoas com deficiência.
Davi Ramon da Silva, 22 anos, aprovado em Medicina na Universidade Federal de Alagoas, foi barrado pela banca, e conseguiu se matricular após obter uma ordem judicial provisória. Ele Teve que provar que o que viveu a vida inteira realmente existe”.
Por Camila da Silva, g1
As instituições alegaram à Justiça que os casos não se enquadravam na Lei de Cotas — que estabelece as regras para as reservas de vagas.
Júlia Porto Alvarenga, 19 anos, aprovada em Ciências da Computação na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), teve o diagnóstico de TEA questionado. A junta médica da universidade que a avaliou disse que ela tinha transtorno de ansiedade social, e negou a matrícula pela cota para pessoas com deficiência.
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