22 de SETEMBRO 2025 - O último domingo, 21, reuniu nas ruas do Brasil vozes que marcaram gerações: Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan, Geraldo Azevedo, Paulinho da Viola, Ivan Lins, Lenine. Eles, que já atravessaram décadas enfrentando censura, ditadura e perseguições, voltaram a se colocar à frente de um manifesto contra a anistia aos atos de 8 de janeiro e contra a PEC da Blindagem, proposta aprovada pela Câmara que retira da Justiça o poder de julgar crimes de parlamentares, entregando-o ao próprio Congresso.
Mas uma ausência chamou atenção: a dos artistas mais jovens.
Silêncio que inquieta
Se os nomes históricos da música e da cultura brasileira se ergueram, por que não se vê a mesma força entre as novas gerações? Seria desinteresse? Desconexão com a política? Ou haveria um medo maior: o medo do cancelamento na internet?
Vivemos tempos em que a rede dita as regras de pertencimento. Um posicionamento pode render aplausos ou linchamentos virtuais. E talvez essa lógica digital esteja silenciando vozes que, em outros contextos, estariam presentes.
Quando a arte cala, a democracia perde.
Mas uma ausência chamou atenção: a dos artistas mais jovens.
Silêncio que inquieta
Se os nomes históricos da música e da cultura brasileira se ergueram, por que não se vê a mesma força entre as novas gerações? Seria desinteresse? Desconexão com a política? Ou haveria um medo maior: o medo do cancelamento na internet?
Vivemos tempos em que a rede dita as regras de pertencimento. Um posicionamento pode render aplausos ou linchamentos virtuais. E talvez essa lógica digital esteja silenciando vozes que, em outros contextos, estariam presentes.
Quando a arte cala, a democracia perde.
Fonte: Jornal O Mossoroense.
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