Excesso de telas e falta de rotina são apontados como os maiores desafios para dormir
bem, segundo especialistas — Foto: Adobe Stock
30 de SETEMBRO 2025 - Dormir pouco, roncar alto ou ter noites interrompidas não é só sinal de cansaço. Distúrbios do sono podem sobrecarregar o coração e elevar o risco de hipertensão, arritmia e infarto, alertam médicos.
No Dia Mundial do Coração, celebrado na última segunda-feira (29), especialistas reforçam que o descanso adequado é um dos principais aliados da saúde cardiovascular.
Sono e coração, o que tem a ver?
Quando adormecemos, a pressão arterial tende a cair. Isso alivia a carga sobre o coração, que não precisa bombear sangue contra uma “barreira de pressão” tão intensa.
“É como empurrar uma porta: se alguém está segurando do outro lado, exige muito mais esforço. Se está livre, fica mais fácil. Dormir bem faz exatamente isso pelo coração”, explica o cirurgião cardiovascular Ricardo Kazunori Katayose, do Hospital Beneficência Portuguesa.
Esse rebaixamento noturno da pressão — chamado de descenso fisiológico — é fundamental. Ele dá ao coração uma espécie de “folga” diária. Sem isso, o órgão trabalha em ritmo forçado o tempo todo.
Por Talyta Vespa, g1
No Dia Mundial do Coração, celebrado na última segunda-feira (29), especialistas reforçam que o descanso adequado é um dos principais aliados da saúde cardiovascular.
Sono e coração, o que tem a ver?
Quando adormecemos, a pressão arterial tende a cair. Isso alivia a carga sobre o coração, que não precisa bombear sangue contra uma “barreira de pressão” tão intensa.
“É como empurrar uma porta: se alguém está segurando do outro lado, exige muito mais esforço. Se está livre, fica mais fácil. Dormir bem faz exatamente isso pelo coração”, explica o cirurgião cardiovascular Ricardo Kazunori Katayose, do Hospital Beneficência Portuguesa.
Esse rebaixamento noturno da pressão — chamado de descenso fisiológico — é fundamental. Ele dá ao coração uma espécie de “folga” diária. Sem isso, o órgão trabalha em ritmo forçado o tempo todo.
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