Ainda pouco difundida no país, a cirurgia de estimulação cerebral não é realizada em
muitos centros especializados | Foto: Adriano Abreu
13 de OUTUBRO 2025 - Convivendo com uma síndrome rara chamada esclerose tuberosa, que provoca múltiplas lesões no cérebro e desencadeia diferentes tipos de crises, Rayanne Juliete, de 35 anos, tem agora a esperança de uma vida com mais autonomia após ser submetida a uma cirurgia inovadora de estimulação cerebral profunda (DBS), que já é realizada no Rio Grande do Norte. O procedimento, conduzido pelo neurocirurgião Thiago Rocha, marca um avanço na medicina local e reacende expectativas para milhares de pacientes com epilepsia refratária, aquela cujas crises persistem, apesar da administração adequada de dois ou mais medicamentos.
Fonte: Tribuna do Norte.
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