Adolescentes consomem menos ultraprocessados em capitais com regras para venda em escolas

Refeição escolar oferecida aos alunos da EMEF Espaço de Bitita, no Canindé. — Foto: 
Rovena Rosa/Agência Brasil

26 de JANEIRO 2026 - A presença de refrigerantes, salgadinhos e doces no ambiente escolar vai além de um hábito cotidiano. Dados de um novo estudo mostram que o que é vendido nas escolas pode influenciar diretamente a alimentação dos adolescentes.

Pelo menos é isso o que mostra o trabalho de pesquisadores da USP e da Universidade Federal de Uberlândia: estudantes de capitais com regras claras para a venda de alimentos nas escolas consomem menos ultraprocessados do que aqueles que estudam em locais sem esse tipo de regulamentação.

A pesquisa analisou informações de mais de 81 mil adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, matriculados em escolas públicas e privadas de todas as capitais brasileiras.

Por Roberto Peixoto, g1

Nenhum comentário:

Postar um comentário