O uso excessivo de mídias digitais está ligado a mudanças no cérebro das crianças |
Foto: Alex Régis
08 de JANEIRO 2026 - O acesso de bebês e crianças pequenas à internet mais do que dobrou no Brasil na última década, passando de 11% em 2015 para 23% em 2024, segundo o estudo “Proteção à primeira infância entre telas e mídias digitais”, do Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI). Especialistas alertam que a exposição precoce às telas pode comprometer o desenvolvimento cognitivo, a saúde mental e a visão nos primeiros anos de vida.
O uso excessivo de mídias digitais está ligado a mudanças no cérebro das crianças durante a primeira infância, fase que vai dos 0 aos 6 anos. De acordo com o estudo de revisão de evidências, crianças que passam muito tempo em frente às telas podem apresentar menor desenvolvimento de áreas do cérebro responsáveis pela atenção, memória, linguagem, reconhecimento de letras e interação social.
Além disso, o consumo passivo de conteúdos — como ficar apenas assistindo a vídeos — pode afetar regiões do cérebro que controlam as emoções e os impulsos, tornando mais difícil para a criança se concentrar, se comunicar e lidar com sentimentos.
O uso excessivo de mídias digitais está ligado a mudanças no cérebro das crianças durante a primeira infância, fase que vai dos 0 aos 6 anos. De acordo com o estudo de revisão de evidências, crianças que passam muito tempo em frente às telas podem apresentar menor desenvolvimento de áreas do cérebro responsáveis pela atenção, memória, linguagem, reconhecimento de letras e interação social.
Além disso, o consumo passivo de conteúdos — como ficar apenas assistindo a vídeos — pode afetar regiões do cérebro que controlam as emoções e os impulsos, tornando mais difícil para a criança se concentrar, se comunicar e lidar com sentimentos.
Fonte: Tribuna do Norte.
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