Foto: Reprodução
29 de JANEIRO 2026 - A Operação Mederi, deflagrada pela Polícia Federal na última terça-feira (27), investiga um esquema de desvio de recursos públicos na saúde de Mossoró. Segundo a decisão do desembargador Rogério Fialho Moreira (TRF-5), o grupo criminoso planejava utilizar o dinheiro de propinas para financiar as futuras campanhas eleitorais do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) e do vice-prefeito Marcos Bezerra (PSD).
Estratégia de “Reserva” para Campanhas
Diálogos interceptados pela PF revelam que os sócios da empresa DisMed, Moabe Soares e Oseas Monthalggan, discutiam uma estratégia de retenção de valores. Em vez de pagamentos imediatos, a tática era reter valores de forma gradual para compor o fundo de campanha e acumular o montante para:
Financiar a candidatura de Allyson ao Governo do Estado em outubro deste ano.
Apoiar a sucessão municipal em 2028, que deve ter Marcos Bezerra como protagonista após a renúncia de Allyson em abril.
Estratégia de “Reserva” para Campanhas
Diálogos interceptados pela PF revelam que os sócios da empresa DisMed, Moabe Soares e Oseas Monthalggan, discutiam uma estratégia de retenção de valores. Em vez de pagamentos imediatos, a tática era reter valores de forma gradual para compor o fundo de campanha e acumular o montante para:
Financiar a candidatura de Allyson ao Governo do Estado em outubro deste ano.
Apoiar a sucessão municipal em 2028, que deve ter Marcos Bezerra como protagonista após a renúncia de Allyson em abril.
Fonte: Jornal O Mossoroense.
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