Helen deixou a prisão em 2017. — Foto: Arquivo Pessoal
13 de JANEIRO 2026 - Mesmo após a ampliação do debate sobre dignidade menstrual no Brasil, mulheres privadas de liberdade seguem lidando com a escassez de absorventes e itens básicos de higiene dentro dos presídios.
A falta de acesso a esses produtos leva detentas a improvisar com pedaços de colchão, panos sujos e restos de tecido para conter o fluxo menstrual —uma realidade relatada à reportagem por mulheres que passaram pelo sistema prisional e por pesquisadoras que acompanham o tema.
Um levantamento feito com dados de 2023 pelo centro de pesquisa voltado à justiça e economia JUSTA, obtido pelo g1, mostra que os estados brasileiros gastam pouco menos de R$ 3 milhões por ano com absorventes para presídios femininos. O valor representa cerca de 0,01% do orçamento destinado ao sistema prisional.
Por Talyta Vespa, g1
13 de JANEIRO 2026 - Mesmo após a ampliação do debate sobre dignidade menstrual no Brasil, mulheres privadas de liberdade seguem lidando com a escassez de absorventes e itens básicos de higiene dentro dos presídios.
A falta de acesso a esses produtos leva detentas a improvisar com pedaços de colchão, panos sujos e restos de tecido para conter o fluxo menstrual —uma realidade relatada à reportagem por mulheres que passaram pelo sistema prisional e por pesquisadoras que acompanham o tema.
Um levantamento feito com dados de 2023 pelo centro de pesquisa voltado à justiça e economia JUSTA, obtido pelo g1, mostra que os estados brasileiros gastam pouco menos de R$ 3 milhões por ano com absorventes para presídios femininos. O valor representa cerca de 0,01% do orçamento destinado ao sistema prisional.
Nenhum comentário:
Postar um comentário