Proteína experimental foi criada a partir de proteínas da placenta humana e aplicada
por injeção na área lesionada da medula - Foto: Reprodução
Redação
19 de FEVEREIRO 2026 - Uma pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desenvolveu uma proteína experimental chamada polilaminina, capaz de estimular a reconexão de neurônios danificados em lesões na medula espinhal. O avanço permitiu que pacientes paraplégicos e tetraplégicas recuperassem movimentos após usar a vacina.
O tratamento está sendo desenvolvido em parceria com o laboratório brasileiro Cristália e teve a fase 1 dos testes clínicos aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), etapa que avalia a segurança da substância e os primeiros sinais de eficácia.
Fonte: AgoraRN
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