câncer de pênis — Foto: Freepik
25 de FEVEREIRO 2026 - Uma pequena mancha na glande foi o primeiro sinal. Não doía, não incomodava. Jorge*, de 63 anos, comerciante, conta que viu a alteração surgir em 2022 e decidiu esperar. Ao longo dos meses, a mancha evoluiu lentamente para uma ferida. Ainda sem dor, mas já com desconforto.
Como muitos homens, ele adiou a consulta. Calcula que levou cerca de um ano entre perceber a alteração e procurar um médico.
Quando finalmente buscou atendimento, o diagnóstico foi praticamente clínico. A lesão era visível. Uma biópsia confirmou: câncer de pênis.
“Fui deixando a consulta para depois, priorizando outras coisas”, diz. Hoje, olhando para trás, afirma que a melhor defesa teria sido o diagnóstico precoce. Jorge passou por uma amputação parcial —perdeu metade do pênis— após a doença avançar. Ele acredita que, se tivesse procurado ajuda ao notar os primeiros sinais, as consequências poderiam ter sido menores.
Por Talyta Vespa, g1
25 de FEVEREIRO 2026 - Uma pequena mancha na glande foi o primeiro sinal. Não doía, não incomodava. Jorge*, de 63 anos, comerciante, conta que viu a alteração surgir em 2022 e decidiu esperar. Ao longo dos meses, a mancha evoluiu lentamente para uma ferida. Ainda sem dor, mas já com desconforto.
Como muitos homens, ele adiou a consulta. Calcula que levou cerca de um ano entre perceber a alteração e procurar um médico.
Quando finalmente buscou atendimento, o diagnóstico foi praticamente clínico. A lesão era visível. Uma biópsia confirmou: câncer de pênis.
“Fui deixando a consulta para depois, priorizando outras coisas”, diz. Hoje, olhando para trás, afirma que a melhor defesa teria sido o diagnóstico precoce. Jorge passou por uma amputação parcial —perdeu metade do pênis— após a doença avançar. Ele acredita que, se tivesse procurado ajuda ao notar os primeiros sinais, as consequências poderiam ter sido menores.
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