Mistura de álcool e energético é popular na vida noturna de várias cidades do mundo
— Foto: Getty Images
05 de FEVEREIRO 2026 - Muito comum em festas e especialmente durante o carnaval, a combinação de álcool, geralmente vodca, com energético é vista por muitos foliões como uma forma de “aguentar mais tempo” ou “mascarar o efeito” nas festas. Especialistas alertam, no entanto, que a mistura pode trazer riscos reais à saúde, inclusive para pessoas jovens e sem doenças conhecidas.
Segundo cardiologistas ouvidos pelo g1, o principal problema está no efeito oposto das duas substâncias no organismo e no contexto em que elas costumam ser consumidas.
“Quando você mistura álcool com energético, cria um conflito no organismo: uma substância depressora junto de um estimulante. Do ponto de vista cardiovascular, isso gera um cenário mais propício a taquicardia, picos de pressão, palpitações e arritmias”, explica o cardiologista Rodrigo Otávio Bougleux, chefe da Seção de Cardiologia do Esporte do Instituto Dante Pazzanese e diretor científico do DERC/SBC.
Por Lara Cáfaro*, g1
05 de FEVEREIRO 2026 - Muito comum em festas e especialmente durante o carnaval, a combinação de álcool, geralmente vodca, com energético é vista por muitos foliões como uma forma de “aguentar mais tempo” ou “mascarar o efeito” nas festas. Especialistas alertam, no entanto, que a mistura pode trazer riscos reais à saúde, inclusive para pessoas jovens e sem doenças conhecidas.
Segundo cardiologistas ouvidos pelo g1, o principal problema está no efeito oposto das duas substâncias no organismo e no contexto em que elas costumam ser consumidas.
O álcool é uma substância depressora do sistema nervoso central. Já os energéticos, que contêm cafeína, guaraná e outros estimulantes, têm efeito oposto.
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