Foto: Agência Brasil
10 de ABRIL 2026 - Natal apresenta nível de atividade de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento nas últimas seis semanas, segundo o boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quarta-feira (9). A capital potiguar está entre as 11 do país nessa condição, indicando aumento recente na circulação de vírus respiratórios.
No cenário estadual, o Rio Grande do Norte também está entre as unidades da federação com incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, igualmente com sinal de crescimento no longo prazo.
A sensação de aperto no peito, febre alta e dificuldade para respirar estão entre os principais sinais da SRAG, quadro que ocorre quando uma infecção respiratória evolui e compromete os pulmões, podendo levar à insuficiência respiratória. Dados da Fiocruz indicam que a incidência da doença varia de moderada a muito alta entre diferentes faixas etárias, com maior impacto em crianças de até 2 anos e elevada mortalidade entre idosos.
10 de ABRIL 2026 - Natal apresenta nível de atividade de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento nas últimas seis semanas, segundo o boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quarta-feira (9). A capital potiguar está entre as 11 do país nessa condição, indicando aumento recente na circulação de vírus respiratórios.
No cenário estadual, o Rio Grande do Norte também está entre as unidades da federação com incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, igualmente com sinal de crescimento no longo prazo.
A sensação de aperto no peito, febre alta e dificuldade para respirar estão entre os principais sinais da SRAG, quadro que ocorre quando uma infecção respiratória evolui e compromete os pulmões, podendo levar à insuficiência respiratória. Dados da Fiocruz indicam que a incidência da doença varia de moderada a muito alta entre diferentes faixas etárias, com maior impacto em crianças de até 2 anos e elevada mortalidade entre idosos.
Fonte: Tribuna do Norte.
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