Pacientes com fissura labiopalatina encontram reabilitação no estado

As intervenções podem chegar a dez cirurgias. A primeira, no lábio, costuma ocorrer 
por volta dos seis meses de idade | Foto: Cedida

27 de ABRIL 2026 - A cicatriz de um risco acima da boca marca mais do que a pele. Pessoas com fissura labiopalatina enfrentam uma jornada longa de cuidados que vai além da estética e envolve funções essenciais como alimentação, fala e respiração. No Rio Grande do Norte, esse acompanhamento é feito pelo Núcleo de Atendimento Integral ao Fissurado (NAIF), referência estadual no tratamento.

A fissura labiopalatina é uma condição congênita caracterizada por uma abertura no lábio superior, no céu da boca (palato) ou em ambos, que ocorre ainda durante a formação do feto, nas primeiras semanas de gestação. O tratamento pode levar, em média, 20 anos.

Fonte: Tribuna do Norte.

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