Psicóloga Mariana Cabral incentiva pausa Foto: Arquivo Pessoal
Por Belira Lira, O Correio de Hoje
No Brasil, os afastamentos por burnout cresceram 823% em quatro anos, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Em 2025, foram 7.595 benefícios por incapacidade temporária concedidos por esgotamento profissional, contra 823 em 2021.
Por Belira Lira, O Correio de Hoje
06 de MAIO 2026 - Há um tipo de cansaço que não passa com uma boa noite de sono. Ele se acumula em pequenas decisões diárias: responder uma mensagem fora do horário, adiar o descanso, aceitar mais uma demanda. No início, parece apenas parte da rotina. Depois, vira hábito. E, quando se percebe, trabalhar demais já não é uma exceção, é o esperado.
Essa mudança de comportamento não aconteceu de forma brusca. Ela foi sendo incorporada ao cotidiano, impulsionada por uma cultura que associa produtividade a valor pessoal. Estar ocupado virou sinônimo de relevância. Pausar, por outro lado, passou a ser visto como perda de tempo. Nesse cenário, o limite entre dedicação e exaustão se torna cada vez mais difícil de identificar.
Essa mudança de comportamento não aconteceu de forma brusca. Ela foi sendo incorporada ao cotidiano, impulsionada por uma cultura que associa produtividade a valor pessoal. Estar ocupado virou sinônimo de relevância. Pausar, por outro lado, passou a ser visto como perda de tempo. Nesse cenário, o limite entre dedicação e exaustão se torna cada vez mais difícil de identificar.
No Brasil, os afastamentos por burnout cresceram 823% em quatro anos, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Em 2025, foram 7.595 benefícios por incapacidade temporária concedidos por esgotamento profissional, contra 823 em 2021.
Fonte: AgoraRN
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