Não é sangue doce: sua pele pode estar atraindo os pernilongos. (Imagem: Fala Ciência via Gemini)
Fala Ciência
09 de JUNHO 2026 - Você já percebeu que, em um grupo de pessoas, algumas terminam a noite cobertas de picadas enquanto outras passam praticamente ilesas? Durante muito tempo, essa diferença foi atribuída ao famoso “sangue doce”. No entanto, a ciência mostra que essa explicação não passa de um mito.
Pesquisas recentes indicam que os mosquitos são atraídos principalmente pelos odores liberados pela pele, resultado da interação entre substâncias produzidas pelo organismo e os microrganismos que vivem naturalmente em nossa superfície cutânea. Em outras palavras, o que torna alguém um verdadeiro “ímã de pernilongos” está muito mais relacionado à química da pele do que ao sangue.
Os mosquitos utilizam um conjunto sofisticado de sensores para localizar seus hospedeiros. Além do dióxido de carbono liberado na respiração, eles identificam uma variedade de compostos químicos presentes no suor e na pele.
Pesquisas recentes indicam que os mosquitos são atraídos principalmente pelos odores liberados pela pele, resultado da interação entre substâncias produzidas pelo organismo e os microrganismos que vivem naturalmente em nossa superfície cutânea. Em outras palavras, o que torna alguém um verdadeiro “ímã de pernilongos” está muito mais relacionado à química da pele do que ao sangue.
Os mosquitos utilizam um conjunto sofisticado de sensores para localizar seus hospedeiros. Além do dióxido de carbono liberado na respiração, eles identificam uma variedade de compostos químicos presentes no suor e na pele.
Fonte: R7
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