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Uma das crianças teve vários ferimentos pelo corpo, assim
como os irmãos, segundo a polícia — Foto: Divulgação/Polícia
Militar
06 de MARÇO 2020 - A Justiça de Goiás decidiu mandar a júri popular um jovem de 20 anos acusado de torturar e matar a sobrinha de 6 anos, em Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), a menina levou chutes na cabeça e tórax após ficar trancada com fome e conseguir fugir para pedir ajuda a vizinhos. A Polícia Civil diz que os irmãos da vítima também eram agredidos e foram encontrados com vários ferimentos pelo corpo.
O G1 não conseguiu contato com a defesa do acusado até a última atualização desta reportagem. Consta nos autos, contudo, que a defesa requereu a desclassificação dos crimes de homicídio qualificado e tortura para o crime de maus tratos qualificado, alegando a “ausência de provas” e que o acusado “nunca teve a intenção de matar ou torturar”.
A decisão de mandar o jovem a júri popular é do juiz Carlos Gustavo de Morais. O crime aconteceu no dia 29 de maio de 2019. Na época, o acusado mantinha união estável com a tia da vítima, uma adolescente de 17 anos, e juntos tinham a guarda menina, de 7 anos e de três irmãos, entre 1, 3 e 9 anos, uma vez que os pais estavam presos.
Conforme a denúncia, apesar de a vítima relatar sentir muitas dores, o acusado não quis levá-la ao hospital, temendo ser preso. Após gritos das crianças, o Conselho Tutelar foi acionado por vizinhos, mas o casal não deixou que a equipe entrasse na residência.
Ainda segundo o MP, na manhã seguinte, a vítima, que teria passado a noite no quintal, amanheceu engasgando. O jovem acusado ligou para o Corpo de Bombeiros, mas, antes de a corporação chegar, a menina morreu com múltiplos traumatismos. Ao ser questionado pelos bombeiros sobre o que tinha acontecido o acusado relatou que “tinha dado uma surra nela”.
Apesar de o acusado negar as acusações e acusar a companheira dele pelas agressões, o juiz considerou que há indícios suficientes de autoria para a decisão de pronúncia, como o depoimento dos vizinhos e da conselheira tutelar, que posteriormente conversou com os irmãos da vítima.
Por Guilherme Rodrigues, TV Anhanguera
06 de MARÇO 2020 - A Justiça de Goiás decidiu mandar a júri popular um jovem de 20 anos acusado de torturar e matar a sobrinha de 6 anos, em Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), a menina levou chutes na cabeça e tórax após ficar trancada com fome e conseguir fugir para pedir ajuda a vizinhos. A Polícia Civil diz que os irmãos da vítima também eram agredidos e foram encontrados com vários ferimentos pelo corpo.
O G1 não conseguiu contato com a defesa do acusado até a última atualização desta reportagem. Consta nos autos, contudo, que a defesa requereu a desclassificação dos crimes de homicídio qualificado e tortura para o crime de maus tratos qualificado, alegando a “ausência de provas” e que o acusado “nunca teve a intenção de matar ou torturar”.
A decisão de mandar o jovem a júri popular é do juiz Carlos Gustavo de Morais. O crime aconteceu no dia 29 de maio de 2019. Na época, o acusado mantinha união estável com a tia da vítima, uma adolescente de 17 anos, e juntos tinham a guarda menina, de 7 anos e de três irmãos, entre 1, 3 e 9 anos, uma vez que os pais estavam presos.
Conforme a denúncia, apesar de a vítima relatar sentir muitas dores, o acusado não quis levá-la ao hospital, temendo ser preso. Após gritos das crianças, o Conselho Tutelar foi acionado por vizinhos, mas o casal não deixou que a equipe entrasse na residência.
Ainda segundo o MP, na manhã seguinte, a vítima, que teria passado a noite no quintal, amanheceu engasgando. O jovem acusado ligou para o Corpo de Bombeiros, mas, antes de a corporação chegar, a menina morreu com múltiplos traumatismos. Ao ser questionado pelos bombeiros sobre o que tinha acontecido o acusado relatou que “tinha dado uma surra nela”.
Apesar de o acusado negar as acusações e acusar a companheira dele pelas agressões, o juiz considerou que há indícios suficientes de autoria para a decisão de pronúncia, como o depoimento dos vizinhos e da conselheira tutelar, que posteriormente conversou com os irmãos da vítima.
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