Alex Regis


O projeto surge em um contexto no qual o setor de microempreendedores individuais (MEI) é o que apresenta a maior taxa de mortalidade de negócios em até cinco anos, como aponta a pesquisa Sobrevivência de Empresas (2020) do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que se baseia em dados da Receita Federal e no levantamento de campo.
Marcelo Henrique Neves Pereira, professor do curso de administração da Faculdade de Engenharia, Letras e Ciências Sociais do Seridó (Felcs/UFRN), avalia que o microempreendedorismo é uma 'mola propulsora' da economia potiguar. Isso porque o desenvolvimento desse campo alicerça sua cadeia produtiva e econômica. “Esse conhecimento deve ser iniciado ainda no ensino médio, existem países desenvolvidos que estão trabalhando com isso e fomentam a cultura da consistência e da criatividade na área”, complementa.
Fonte: Tribuna do Norte.


