Um pescador prepara a sua rede nas margens do Mar Arábico, cheio de sacos de
plástico, em Mumbai, na Índia. Esta quinta (1º) marca um ano desde que o primeiro-
ministro indiano Narendra Modi lançou o 'Swachh Bharat Abhiyaan' ou 'Missão
Limpe a Índia' — Foto: Rafiq Maqbool/AP
04 de SETEMBRO 2025 - O copinho do café, a colher do cafezinho, a sacolinha do delivery. Todos esses itens descartáveis que fazem parte da rotina têm um destino comum: muitos acabam no mar.
O plástico está entre os materiais mais usados do mundo e leva centenas de anos para se decompor. Parte desse produto até consegue ser reciclado, apesar nem tudo ter reciclabilidade e, com isso, vai parar nos oceanos.
Um material reciclável é aquele que, por meio da reciclagem, pode ser transformado em um novo produto. Por exemplo, uma garrafa PET pode ser reciclada inúmeras vezes. Isso ajuda a diminuir a produção de plástico no mundo, usando o que já está disponível.
Isso é diferente da reciclabilidade. Esse termo é usado para definir o potencial que os materiais têm de passar pelo processo. Alguns exigem processos caros, que acabam dificultando que o material seja reaproveitado e se mantenha circulando.
Esse volume contamina a água do mundo e também as pessoas. Apesar de se decompor depois de algumas centenas de anos, esse plástico acaba por se desfazer aos poucos e libera micropartículas que contaminam a água que depois acabam na torneira e os animais que, depois, chegam ao prato.
Pesquisas recentes já encontraram microplásticos no cérebro, pulmão e até no esperma humano. De acordo com a OMS, isso é um risco, apesar de ainda não se saber exatamente o que isso pode causar à saúde humana.
Por Poliana Casemiro, g1
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