Desigualdade no acesso à saúde aumenta risco de parto prematuro no RN

Desigualdade no acesso à saúde aumenta risco de parto prematuro no RN - Foto: 
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Redação

14 de NOVEMBRO 2025 - Mês voltado aos cuidados com a saúde masculina, novembro também conscientiza sobre um assunto sensível às mulheres gestantes, a prematuridade. No Rio Grande do Norte, embora tenha havido uma leve redução de 18% nos casos em dois anos, os desafios persistem com 4.281 bebês nascendo prematuros em 2024. Um número que, segundo a Associação de Ginecologia e Obstetrícia do RN (Sogorn), tem a possibilidade de ser reduzido com o aumento do acesso a cuidados essenciais durante a gestação, especialmente fora da capital.

De acordo com o ginecologista e obstetra Robinson Dias, presidente da 
Associação de Ginecologia e Obstetrícia do RN (Sogorn), entre os principais fatores que explicam os números estão a falta de assistência médica adequada, a ausência de acompanhamento pré-natal e a distância dos centros de referência. O especialista reforça que a realidade nas regiões mais afastadas da capital é preocupante.

Fonte: AgoraRN

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