Vítima de feminicídio registrou 10 boletins de ocorrência e teve dois pedidos de medida protetiva negados antes de ser assassinada pelo ex

Júlia Gabriela Bravin Trovão morreu após ser baleada pelo ex-companheiro, Diego 
Sansalone — Foto: Reprodução/Julia Gabriela Bravin Trovão/Instagram

26 de FEVEREIRO 2026 - Júlia Gabriela Bravin Trovão, de 29 anos, morta após um ataque a tiros no último sábado (21), em Botucatu (SP), havia registrado 10 boletins de ocorrência contra o ex-companheiro, Diego Sansalone, de 38 anos, suspeito do crime. Ela também pediu três medidas protetivas ao longo dos anos, mas apenas uma foi concedida pela Justiça.

No dia do ataque, Júlia e o atual companheiro, Diego Felipe Corrêa da Silva, de 34 anos, foram baleados dentro do carro em que estavam, na Avenida Cecília Lourenção, no Residencial Ouro Verde.

Diego Felipe morreu no local. Júlia foi socorrida em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na terça-feira (24).

Por Paulo Piassi, Luís Ricardo da Silva, g1 Bauru e Marília

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