Iracema Morais, de 91 anos, em sala de aula — Foto: Cedida
18 de AGOSTO 2026 - No próximo dia 28, em São Paulo do Potengi, no Rio Grande do Norte, dona Iracema Morais, de 91 anos, vai viver um momento que esperou por décadas: a conclusão do ensino médio por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A formatura representa a realização de um sonho adiado por décadas. Na infância, ela enfrentou resistência da família para frequentar a sala de aula. O pai, que era analfabeto, não permitia que a filha estudasse.
“Meu pai era analfabeto e não queria que eu estudasse. Eu tinha muita vontade de ir e chorava muito. Só deixaram eu ir para a escola com 10 anos, e consegui concluir até a quarta série. Logo depois, ele me tirou”, lembra.
Por Isabelly Noemi, g1 RN
18 de AGOSTO 2026 - No próximo dia 28, em São Paulo do Potengi, no Rio Grande do Norte, dona Iracema Morais, de 91 anos, vai viver um momento que esperou por décadas: a conclusão do ensino médio por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A formatura representa a realização de um sonho adiado por décadas. Na infância, ela enfrentou resistência da família para frequentar a sala de aula. O pai, que era analfabeto, não permitia que a filha estudasse.
“Meu pai era analfabeto e não queria que eu estudasse. Eu tinha muita vontade de ir e chorava muito. Só deixaram eu ir para a escola com 10 anos, e consegui concluir até a quarta série. Logo depois, ele me tirou”, lembra.
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