Segundo a Polícia Federal, ao menos 45 médicos teriam pagado por certificações
falsas
Marcelo Camargo/ Agência Brasil
12 de AGOSTO 2026 - A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (12), três mandados de prisão contra um esquema de comercialização de diplomas falsos para ingresso em cursos de Medicina.
A Operação Canudo, como foi chamada, teve início em 2023, após a apreensão de um documento falsificado apresentado perante o Conselho Regional de Medicina no Rio Grande do Sul.
Ao longo da investigação, os policiais encontraram indícios de uma organização dedicada a fraudar históricos escolares e outros documentos acadêmicos, utilizados para viabilizar o ingresso ou a transferência para cursos de Medicina e, posteriormente, a obtenção de registro profissional junto aos conselhos regionais.
Segundo a PF, o esquema possuía ramificações em outros estados e, ao menos, 45 médicos inscritos no Conselho Regional de Medicina teriam pagado ao grupo para obter certificações.
A Operação Canudo, como foi chamada, teve início em 2023, após a apreensão de um documento falsificado apresentado perante o Conselho Regional de Medicina no Rio Grande do Sul.
Ao longo da investigação, os policiais encontraram indícios de uma organização dedicada a fraudar históricos escolares e outros documentos acadêmicos, utilizados para viabilizar o ingresso ou a transferência para cursos de Medicina e, posteriormente, a obtenção de registro profissional junto aos conselhos regionais.
Segundo a PF, o esquema possuía ramificações em outros estados e, ao menos, 45 médicos inscritos no Conselho Regional de Medicina teriam pagado ao grupo para obter certificações.
Fonte: R7
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