Ministério da Saúde habilita novos serviços no RN


21 de OUTUBRO de 2016 - O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Rogério Abdalla, assina nesta sexta-feira (21), às 10 horas, portarias de habilitação de novos serviços de saúde para o Rio Grande do Norte, no Centro Administrativo do Estado, em Natal/RN. Os credenciamentos permitirão a destinação de mais recursos para a ampliação dos atendimentos de emergência e hospitalar realizados no estado.

A liberação dos recursos e expansão dos serviços são resultados das medidas de gestão adotadas pelo Ministério da Saúde nos primeiros 100 dias de governo e que levaram a uma economia de R$ 1 bilhão. Esse valor está sendo realocado na melhoria da saúde para a população.

Assinatura de portarias de novos serviços no Rio Grande do Norte
Data: 21 de outubro (sexta-feira)
Horário: 10 horas
Local: Sala de Reunião do GAC, Centro Administrativo do Estado/Governadoria – Avenida Senador Salgado Filho, s/nº – Lagoa Nova, Natal/AL

Fonte: Blog do Robson Pires.

CEARÁ PACÍFICO??? Mais um ônibus é incendiado no Serviluz, após o assassinato de três jovens no fim de semana.

Por volta das 22 horas de ontem, mais um ônibus foi 
atacado e incendiado nas ruas do bairro

20 de OUTUBRO de 2016 - Pela segunda vez em apenas três dias, mais um ônibus é incendiado nas ruas do bairro Serviluz no Grande Mucuripe, na zona Leste de Fortaleza. O fato ocorreu na noite desta terça-feira (18). Por conta disso, na manhã de hoje (19) os coletivos das linhas Parangaba-Mucuripe e Serviluz-Caça e Pesca deixaram de circular nas ruas do bairro. Os motoristas temem novos ataques à qualquer momento.

Os ataques contra coletivos tiveram início no fim de semana após a morte de três moradoras da comunidade da Estiva. As três jovens, identificadas como Cristiane Silva Holanda, 23 anos; Maria Mikaela Guedes Nogueira, 20; e Thaynan Rodrigues de Sousa, 22, foram fuziladas dentro de bar na noite de sábado (15). A Polícia suspeita de um crime de “acerto de contas”. Os assassinos chegaram no local numa Hilux preta. Minutos antes, uma viatura da PM passou pelo local do triplo homicídio, conforme o relato de moradores.

Diante da tripla execução, os moradores passaram a protestar e no dia seguinte, domingo, incendiaram um coletivo na Avenida Vicente de Castro. Na noite desta terça-feira (18), a mesma cena se repetiu. No entanto, Polícia e Bombeiros chegaram rapidamente no local e evitaram a total destruição do coletivo. Logo depois, a PM realizou várias batidas na área e prende um homem armado com um revólver.

Hoje, conforme os moradores, os ônibus deixaram de circular nas ruas do bairro. Quem ali reside e teve que acordar cedo para ir trabalhar teve que seguir a pé até a Avenida Vicente de Castro para apanhar um coletivo. Já as topiques que circulam pelo Serviluz não interromperam as viagens nem alteraram o trajeto.

Nega

Contatada via telefone nesta manhã, a assessoria de Imprensa do Sindicato das Empresas de Ônibus (Sindiônibus) negou a suspensão ou alteração do sistema de transporte coletivo no bairro. Conforme a entidade, suspensão houve sim na última segunda-feira, mas que hoje a situação está normal. Informou, ainda, que o sindicato estuda se há necessidade de interromper a circulação dos “corujões”, os coletivos que trafegam depois das 23 horas.

     
Na manhã de hoje era possível ver melhor os estragos 
causados no coletivo incendiado ontem.

 
Jovens mortas no fim de semana: Cristiane, Thaynan 
e Mikaela (da esquerda para a direita)

Fonte: FR
Fernando Ribeiro

Apresentador Ênio Carlos morre aos 51 anos.


20 de OUTUBRO de 2016 - Faleceu, na tarde desta quinta-feira (20), em decorrência de complicações de um tumor no cérebro, o apresentador e radialista Ênio Carlos. No ar desde a fundação da TV Diário, há 18 anos, Ênio estava afastado dos estúdios por recomendação médica desde fevereiro, quando foi diagnosticado com um tumor cerebral, caracterizando um tipo decâncer.

A equipe de médicos que o acompanhava recomendou o afastamento dos estúdios para que o tratamento tivesse a eficácia necessária e, desde então, ele vinha se tratando com a esperança de que em breve retornaria aos programas de rádio e TV.

Natural de Aracati e casado há 27 anos com Juracéia Soares Viana Pinto, o apresentador deixa 3 filhas: Nicole, de 21 anos; Thamile, de 14 anos e Emilly, de 3 anos.

Em seu programa, Ênio Revelou talentos como Jack Lima e Natália Queiroz, atuais apresentadoras dos programas Forrobodó e o Tudo Por Elas, respectivamente.

'Não sou seu filho, sou sua vítima': o reencontro de jovem com pai que o infectou com HIV


Brryan Jackson hoje dá palestras motivacionais e tem 
uma organização de caridade 
(Foto: Bailey e Kinney )

20 de OUTUBRO de 2016 - Quando o pai de Brryan Jackson injetou uma seringa cheia de sangue com HIV nele quando ainda era bebê, ele esperava nunca ver o menino crescer, como a BBC Brasil noticiou em junho passado.

Ninguém imaginava que, 24 anos depois, ele estaria frente a frente com o filho num tribunal para ouvir sobre os efeitos devastadores de seu crime.

Do outro lado da sala, um prisioneiro aguarda por ele. Eles nunca mais se viram desde que Jackson era criança, mas o homem, Bryan Stewart, é seu pai.É hora do almoço no Departamento de Correições de Missouri, nos Estados Unidos. Nervoso com a situação, Brryan Jackson é retirado da barulhenta sala de espera da prisão, com alarmes e portas de metal, e levado a um silencioso tribunal de paredes brancas.

O filho está ali para ler uma declaração que espera ser suficiente para garantir que o pai fique atrás das grades pelo maior tempo possível.

São palavras que poucos acreditavam que ele teria chance de dizer quando, em 1992, foi diagnosticado com Aids e mandado de volta para casa para morrer.

Com uma única folha de papel em mãos, Jackson se posiciona calmamente ao lado da mãe, a cinco cadeiras de distância do pai. "Tentei olhar sempre para frente. Não queria fazer contato visual com ele", diz Jackson.

Mas ele podia enxergá-lo com a visão lateral, e viu seu rosto por um breve momento.

"Reconheci pela foto de quando foi preso, mas não temos nenhuma ligação. Não o reconheço como meu pai", afirma Jackson.

O conselho de avaliação de pedidos de liberdade condicional chama o rapaz para que ele leia sua declaração em voz alta. Jackson hesita.
Jackson diz que religião fez com que perdoasse o pai, mas 
que não quer encontrá-lo 
(Foto: Arquivo pessoal/Brryan Jackson)

"Naquele momento, me perguntei se estava fazendo a coisa certa, mas minha mãe sempre me ensinou a ser corajoso. Lembrei que Deus estava comigo. Qualquer que fosse o resultado da audiência, Deus é maior do que eu, do que meu pai, do que aquela sala ou mesmo o Departamento de Justiça."

Ele respira fundo, olha fixamente para os membros do conselho e começa a contar sua história.

Trajetória
A trajetória começa quando seus pais se conheceram em um centro militar no Missouri, onde recebiam treinamento como médicos. Eles foram morar juntos e, cinco meses depois, em meados de 1991, a mãe de Jackson ficou grávida.

"Quando nasci, meu pai ficou muito animado, mas tudo mudou quando ele foi mandado para a Operação Tempestade do Deserto (primeira Guerra do Golfo, em 1990-1991). Ele voltou da Arábia Saudita com uma atitude completamente diferente em relação a mim."

Stewart começou a dizer que Jackson não era seu filho. Exigiu um teste de DNA para provar a paternidade e passou a abusar física e verbalmente da mãe de Jackson.

Quando ela finalmente o deixou, o casal brigou sobre a pensão alimentícia do menino, que Stewart se recusava a pagar. Ele fazia ameaças sinistras, segundo Jackson.

"Ele costumava dizer coisas como 'seu filho não viverá além dos cinco anos de idade' e 'quando eu te deixar, não deixarei nenhum laço entre nós para trás'."

Enquanto isso, Stewart havia encontrado um novo emprego trabalhando com exames de sangue em um laboratório. Também tinha começado, em segredo, a coletar amostras de sangue infectado e levá-las para casa, segundo investigadores do caso.

Após voltar de uma missão militar na Arábia Saudita, 
Stewart (ao centro) passou a não reconhecer Jackson 
(à dir.) como seu filho 
(Foto: Arquivo pessoal/Brryan Jackson)

"Ele brincava com os colegas dizendo: 'Se eu quisesse infectar alguém com um destes vírus, a pessoa nunca saberia o que a atingiu'."

Quando Jackson tinha 11 meses de idade, seus pais já não mantinham contato. Isso mudou quando Jackson foi hospitalizado após um ataque de asma.

"Minha mãe ligou para meu pai para avisá-lo, pensando que ele iria querer saber que seu filho estava doente. Quando telefonou, colegas dele disseram a ela que meu pai não tinha filhos."

Crime
No dia em que Jackson receberia alta, Stewart fez uma visita inesperada a ele no hospital.

"Como não era um pai presente, todo mundo estranhou ele aparecer daquela maneira", diz Jackson. "Ele pediu que minha mãe buscasse uma bebida para ele no café para ficar sozinho comigo."

Stewart tirou do bolso uma ampola com sangue infectado com HIV e o injetou no filho. "Ele queria que eu morresse para não pagar a pensão."

Ao voltar, sua mãe encontrou Jackson aos berros no colo do pai. "Meus sinais vitais estavam todos alterados, porque o sangue que ele injetou em mim não tinha só HIV. Era de um tipo incompatível com o meu."

Os médicos ficaram abismados. Sem saber do vírus mortal que corria nas veias do bebê, eles o estabilizaram e o mandaram para casa. Mas, nas semanas seguintes, a mãe de Jackson viu a saúde de seu filho se deteriorar e ficou desesperada por um diagnóstico.

"Ela me levou a vários médicos implorando para que descobrissem por que eu estava à beira da morte", diz Jackson. Por quatro anos, exames não deram pista.

Mesmo sendo uma criança, Jackson sabia que sua situação preocupava. "Lembro de acordar gritando 'mãe, por favor, não me deixe morrer'."

Uma noite, após ter sido examinado para todo tipo possível de doença, seu pediatra acordou de um pesadelo e ligou para o hospital pedindo um teste de HIV.

"Fui diagnosticado com Aids e três infecções oportunistas." Os médicos chegaram à conclusão que ele não sobreviveria e decidiram que o melhor seria levar a vida mais normal possível até o fim. "Eles me deram cinco meses de vida e me mandaram para casa."

No entanto, ele continuou a ser tratado com todo medicamento disponível.


Jackson chegou a ser desenganado pelos médicos, e sua mãe 
(na foto) o levou para casa para morrer 
(Foto: Arquivo pessoal)

Sobrevivendo
Ele diz ter vivido "um dia de cada vez" por toda a infância. Permanecer vivo era como andar na corda bamba. "Um dia, eu estava bem e, na hora seguinte, estava sendo levado às pressas para o hospital por mais uma infecção."

Por causa da medicação, teve a audição do ouvido esquerdo afetada. Mas enquanto outras crianças que conhecia no hospital não resistiam, ele viu sua saúde melhorar aos poucos, para surpresa dos médicos.

Em dado momento, foi liberado para voltar à escola e começou a ter aulas em meio período, sempre acompanhado por uma mochila repleta de remédios.

Simpático e amigável, ele não tinha consciência do estigma social em torno de sua doença. "Minha escola não me queria lá. Eles tinham medo. Nos anos 1990, as pessoas pensavam que você podia contrair Aids de um assento de privada. Uma vez li em um livro-texto que era possível se infectar por contato visual."

O medo, conta ele, não costumava partir das crianças, mas dos pais delas. Jackson não era convidado para festas de aniversário - na verdade, nem sequer sua meia-irmã era chamada. Mas, ao ficarem mais velhas, as crianças passaram a reproduzir o preconceito dos pais.

"Eles me chamavam de 'menino Aids, menino gay'. Foi quando comecei a me sentir isolado e solitário. Parecia não haver um lugar no mundo para mim."

Aos 10 anos, ele começou juntar as peças da história do crime cometido por seu pai, mas levou alguns anos para compreender a dimensão daquele ato.

"No início fiquei bravo e amargo. Cresci assistindo filmes em que os pais celebravam os filhos. Não conseguia entender como meu pai tinha feito aquilo comigo", diz Jackson.

"Ele não apenas tentou me matar, ele mudou minha vida para sempre. Ele foi responsável por toda perseguição que sofri, por todos os anos no hospital. Ele é a razão pela qual preciso ter tanto cuidado com minha saúde e com tudo que faço."

Superação
Aos 13 anos, estudando a Bíblia sozinho no quarto, ele encontrou sua fé, o que o permitiu perdoar o pai. "Perdão não é algo fácil, mas não quero me rebaixar ao nível dele."

Apesar de ter nascido como Bryan Stewart Jr., no ano passado, ele acrescentou um segundo "R" ao seu nome e adotou o sobrenome da mãe. "Isso ajudou a proteger minha identidade", diz Jackson.

"Também me deu a oportunidade de dizer que não tenho qualquer ligação com Bryan Stewart. Sou vítima de seus crimes."


Jackson percorre os EUA como palestrante motivacional 
(Foto: Arquivo pessoal/Brryan Jackson)

"Na audiência, ele continuava a me chamar de filho. Tentei levantar a mão para pedir que ele se referisse a mim como sua vítima. Pensei: 'Eu já fui seu filho em algum momento? Eu era seu filho quando você injetou HIV de próposito em mim?'."

Mesmo nos piores momentos no hospital, Jackson mantinha o bom humor e fazia as enfermeiras rirem com imitações do personagem de cinema Forrest Gump.

"Sempre fiz piadas. Gosto de brincar com o que é vida de alguém HIV positivo ou de quem não tem boa audição ou não tem pai. Se não tivesse começado a fazer palestras motivacionais, teria me tornado um comediante", diz Jackson.

"As pessoas ficam confusas. Elas pensam que meu humor é uma forma de lidar com a situação, mas acredito que, se você tem a capacidade de rir de uma tragédia e das coisas ruins da vida, isso te empodera."

Em julho, Jackson recebeu uma carta do Departamento de Correições do Missouri informando que a liberdade condicional de seu pai havia sido negada pelos próximos cinco anos, com base na audiência.

"Tudo que pude fazer no tribunal foi ler minha declaração e rezar para que a Justiça fosse feita. Mas ter um veredito é algo muito poderoso", afirma.

"Houve um tempo em que acordava de pesadelos com medo de que ele voltasse para terminar o trabalho. Posso tê-lo perdoado, mas, ainda assim, acho que ele tem que pagar pelo que fez."

Ainda que seu pai argumente que sofria de transtorno de estresse pós-traumático após sua temporada na Arábia Saudita, Jackson não está convencido disso - diz que o pai era da reserva da Marinha e nunca entrou em combate.

Futuro
Enquanto isso, continua a superar expectativas médicas.

"Sou mais saudável do que um cavalo. Minha contagem de células T (do sistema imunológico) está acima da média. Isso faz com que praticamente não tenha chances de transmitir o vírus. Tomava 23 comprimidos. Hoje só tomo um, e meu status de HIV é 'indetectável'", diz ele, com sorriso no rosto.

"Mas ainda tenho HIV. Uma vez diagnosticado, para sempre diagnosticado."

Hoje, Jackson se ocupa com a carreira de palestrante e em sua organização de caridade, a Hope Is Vital (Esperança É Vital, em inglês), que busca conscientizar o público sobre o HIV. Mas sempre encontra tempo para sonhar com a paternidade.

Cita a técnica conhecida como "lavagem de esperma", que separa os espermatozoides do fluido seminal e permite que pais soropositivos tenham filhos sem infectar as parceiras. A inseminação é artificial.

"Amaria ter filhos. Ser pai é algo que está traçado no meu destino. Quero apoiar e torcer por eles, mostrar que sempre estarei ao lado deles para protegê-los. E que coisas ruins podem fazer com que coisas incríveis se tornem realidade."

Lucy Hancock
Da BBC World Service

Vaga gera polêmica ao exigir 'olhos claros', 'nariz fino' e 'cabelo liso'


Anúncio para mulheres exige candidatas com nariz fino, 
altas e bonitas 
(Foto: Reprodução / Facebook)


20 de OUTUBRO de 2016 - Um anúncio de vagas para promotoras de eventos causou polêmica ao ser postado na página da Unicamp, em Campinas (SP), no Facebook. O texto ressalta "exigências" que as candidatas precisam ter, como "cabelo longo e liso, bonita, magra, nariz fino, alta e de preferência com olhos claros".

A postagem foi feita na noite desta quarta-feira (19) e gerou manifestações entre estudantes da universidade na rede social, principalmente em relação ao racismo. Nesta quinta (20) o anúncio já havia sido retirado da página. Para o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Unicamp, a publicação foi racista.

"Nosso posicionamento é de repúdio. A gente acredita que isso contribui para perpetuar o racismo, inclusive a gente tem ele muito presente na universidade", afirma o coordenador do DCE, Guilherme Montenegro, de 20 anos, aluno da faculdade de geografia.

"Profunda ofensa. Eu me senti ofendida por mim, pelo meu pai que é negro e me deu um cabelo crespo, boca larga e nariz grosso"
Júlia Queiroz, aluna da Faculdade de 
Matemática da Unicamp


O G1 fez contato com o dono da postagem pela rede social, mas não teve retorno.

R$ 700 por noite
A restrita oportunidade de trabalho é para um evento de quatro dias, entre 22 e 25 de outubro, com o cachê de R$ 700 por noite, segundo o anúncio. O trabalho vai das 19h até a meia-noite.

A oferta de emprego é para maiores de 18 anos.

'Vergonha'
Entre os comentários, alguns relacionavam as exigências do anúncio para promotoras de eventos com "barbies". A estudante do curso de matemática da Unicamp Júlia Queiroz, de 19 anos, se manifestou pouco depois da publicação, com um post semelhante ao anúncio, criticando pessoas que colocam textos como este.

"Estou contratando gente para parar de passar vergonha no grupo da Unicamp. (...) Exigências: Maiores de 18 anos que queiram divulgar posts ou ofertas de emprego machistas, racistas ou preconceituosas e ofensivas no geral", diz a postagem.


Aluna da Unicamp faz postagem em repúdio a anúncio 
de emprego racista 
(Foto: Reprodução / Facebook)

O G1 conversou com a estudante, que se sentiu ofendida com o anúncio por descrever uma mulher como se fosse um objeto com especificações exatas e incomuns.

"Profunda ofensa. Eu me senti ofendida por mim, pelo meu pai que é negro e me deu um cabelo crespo, boca larga e nariz grosso, e por todas as outras mulheres que se encaixassem ou não no padrão (...) A vontade era de escrever textão, mas eu preferi denunciar o post e colocar o meu repúdio em forma de sátira", revolta-se.

Velhos padrões
O coordenador do DCE criticou de forma geral os padrões estipulados na publicidade. "É um padrão racista que exclui as pessoas negras desse espaço, e esse anúncio é sintomático disso", afirma Montenegro.

Ele lembra que há mais brancos do que negros na universidade. "A maioria das pessoas que conseguem entrar na universidade não são negras, são brancas. A gente consegue enxergar as marcas disso inclusive no quadro de alunos", completa.

Patrícia Teixeira
Do G1 Campinas e Região

STF manda inquérito sobre Cunha e Henrique Alves para Justiça do RN


20 de OUTUBRO de 2016 - O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o envio para a Justiça Federal do Rio Grande do Norte de inquérito aberto contra o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ex-deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e o empresário José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, da OAS.

Os documentos da apuração, que aponta suposto recebimento de propina disfarçada de doação de campanha, foram remetidos nesta quinta-feira (20) ao Rio Grande do Norte.

O pedido de investigação chegou ao Supremo em sigilo no mês de maio. O inquérito foi aberto, mas retirado do âmbito da Operação Lava Jato por não se referir diretamente ao esquema de desvios na Petrobras.

Eduardo Cunha e Henrique Alves são investigados por corrupção passiva e lavagem de dinheiro e Léo Pinheiro por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Segundo a Procuradoria Geral da República, conversas interceptadas no celular de Léo Pinheiro mostraram uma conversa em que Cunha e o empresário falavam sobre votações de interesse da empreiteira . Depois, o parlamentar aparece cobrando doações oficiais da OAS para campanha de Henrique Alves ao governo do Rio Grande do Norte, em 2014.

As informações foram enviadas para o Rio Grande do Norte em razão da cassação de Eduardo Cunha, que, com isso, perdeu o foro privilegiado, e porque as suspeitas apontadas na apuração ocorreram naquele estado.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, citou no pedido de investigação “centenas de mensagens trocadas entre Léo Pinheiro e Eduardo Cunha, apreendidas no celular daquele, o que demonstra, nitidamente, a relação espúria entre o empreiteiro e o atual presidente da Câmara dos Deputados”.

(Continuar lendo…)

Fonte: Blog do Robson Pires.

Covisa interdita Presídio Militar em Natal; 28 detentos são transferidos.

Presídio Militar do RN fica no mesmo terreno onde 
funciona o quartel do Bope 
(Foto: Inter TV Cabugi/Reprodução)


20 de OUTUBRO de 2016 - O Presídio Militar do Rio Grande do Norte, localizado na Zona Norte de Natal, está proibido de receber novos detentos. A unidade, que fica no mesmo terreno onde funciona o quartel do Bope, a Cavalaria e o Canil da Polícia Militar, foi interditada na manhã da terça-feira (18) pela Coordenadoria de Vigilância Sanitária (Covisa).

Ao G1, a direção da Covisa confirmou que foi realizada uma inspeção sanitária na manhã da terça, ocasião em que foram constatadas condições inapropriadas de higiene. “Não atende às exigências sanitárias previstas pela legislação”, ressaltou o coordenador José Antônio.

Com isso, os 28 presos que estavam custodiados no local foram transferidos. “Até realizarmos as adequações exigidas pelo órgão, ninguém mais entra”, confirmou o tenente-coronel Arthur Emílio, assessor de comunicação da PM.

Anderson Barbosa
Do G1 RN

Empresária é atacada ao chegar em casa em Ipanema, na Zona Sul do Rio.

Renata Cordeiro Guerra se recuperava do ataque nesta 
quinta (20). 
(Foto: Raquel Honorato / TV Globo)

20 de OUTUBRO de 2016 - A empresária Renata Cordeiro Guerra, de 42 anos, voltava do mercado, por volta das 14h da última quarta-feira (19), quando foi atacada e agredida com socos no rosto, por três jovens, na porta do seu prédio, em Ipanema, na Zona Sul da cidade. A empresária tem uma ONG que ajuda crianças em comunidades do Rio e concorreu à vereadora nas eleições de 2016, mas não foi eleita.

“Estava esperando para entrar no prédio, meu telefone tocou, eu atendi, já tinha chamado o porteiro, nisso, três homens, de 18 ou 19 anos, chegaram por trás de mim e começaram a me dar socos no lado do rosto em que eu estava com o celular”, conta ela. O ataque acabou alguns minutos depois, quando o porteiro se aproximou. Seus pertences, como bolsa e celular, não foram levados.

“Não foi um assalto, foi um ataque, eles estavam vestidos como se fossem para a praia, seguiram em direção a Copacabana, ainda saíram rindo. Aqui na rua, está muito perigoso. São muitos assaltos diariamente, principalmente a idosos”, relata ela, que tem vizinhos que já foram assaltados na redondeza do prédio.

Renata é fundadora da ONG Todos com Felipe, que realiza um trabalho com crianças em comunidade do Rio. No entanto, a empresária descarta que o ataque tenha sido retaliação por conta de seu trabalho ou com sua recente candidatura.

“Foi totalmente aleatório, eles viram uma mulher ali, sozinha, e agiram. Relatei nas redes sociais para alertar a outras pessoas para que tenham cuidado aqui na área”, diz. Ao G1, Renata informou que, nesta quinta (20), passava bem e, embora continuasse inchada, estava com menos dor.

O crime não foi registrado oficialmente, pois Renata tem medo de retaliações. A 14ª Delegacia de Polícia - Leblon afirmou que a unidade tomou conhecimento das agressões sofridas por meio das redes sociais e que, desde então, vem buscando contato com a vítima para obter mais detalhes do ocorrido. Para o crime de lesão corporal é necessária a manifestação da vítima para a instauração do procedimento.


Do G1 Rio

Brasileiros são condenados por morte de militares na Guiana Francesa.

Stéphane Moralia e Sébastien Pissot 
(Foto: Exército da França)

20 de OUTUBRO de 2016
- Quatro garimpeiros de ouro brasileiros foram condenados na quarta-feira (19) na Martinica a penas de entre 18 anos e prisão perpétua pelo assassinato de dois militares franceses. O crime aconteceu em junho de 2012 na Guiana Francesa.

Dois dos quatro acusados, condenados e detidos no Brasil por outros casos, estavam ausentes no banco dos réus do Tribunal Especial Criminal de Fort de France, já que entre os dois países não há um acordo de extradição.

Os dois condenados ausentes receberam as penas mais duras. O homem que foi apresentado como chefe do grupo foi condenado à prisão perpétua, enquanto o segundo recebeu uma condenação a 30 anos de prisão.

Já os dois acusados presentes no tribunal foram condenados a 18 e 20 anos de prisão.
Os quatro homens eram julgados pelo assassinato em crime organizado de dois militares, durante uma operação do exército e da gendarmaria contra as explorações de ouro ilegais na Guiana em 2012.

O veredicto foi comunicado após quatro horas de deliberações e na ausência das famílias dos dois militares mortos, que viajaram na noite de quarta-feira em direção à França metropolitana.

O presidente da corte indicou aos dois condenados presentes que tinham dez dias para apelar.

Em 27 de junho de 2012, Stéphane Moralia, de 28 anos, e Sebastien Pissot, de 33 anos, participavam em uma operação de luta contra a extração ilegal de ouro em Dorlin, no sudoeste da Guiana.

Vítimas de uma emboscada, Pissot morreu no ato e Moralia foi gravemente ferido. Morreu horas mais tarde. Outros três gendarmes ficaram feridos no ataque.

Da France Presse

Fonte: G1

CPI entrega relatório e aponta desvio de R$ 541 milhões em obras da Copa.

CPI das obras da Copa entregou o relatório final 
das investigações em Mato Grosso 
(Foto: Reprodução/TVCA)

20 de OUTUBRO de 2016 - O relatório final da CPI da Copa foi apresentado nessa quarta-feira (19) à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Depois de mais um ano de investigação, os deputados constataram que foram desviados R$ 541 milhões. Eles pedem a devolução do montante, dividido em quase R$ 110 milhões na Arena Pantanal, mais de R$ 115 milhões em mobilidade e quase R$ 316 milhões com o VLT. E recomendou a retomada imediata das obras pendentes.

O relatório pede o indiciamento de 96 agentes públicos, dirigentes de 16 empresas, de sete consórcios, e ainda do ex-governador Silval Barbosa, do ex-presidente da ALMT, José Geraldo Riva, dos ex-secretários da Secopa, Eder Moraes e Mauríco Guimarães, e dos ex-diretores da Agecopa, Yênes Magalhães, Yuri Bastos e Carlos Brito de Lima.

As obras investigadas pela CPI já custaram R$ 1,9 bilhão. Segundo a conclusão dos trabalhos, houve "jogo de planilhas" com o intuito de fraudar licitações e, assim, desviar dinheiro público.Brito negou qualquer participação em fraudes nas obras da Copa. Os advogados de Éder Moraes e de José Riva disseram que só vão se pronunciar depois que tiverem acesso ao relatório. A reportagem não conseguiu falar com as defesas de Yênes Magalhães, Yuri Bastos, Silval Barbosa e Maurício Guimarães

“O jogo de planilha que fora trabalhado para privilegiar, vamos dizer assim, a empresa vencedora e consequentemente aos agentes que conduziram o processo, é explícito. Diante disso, cabe obviamente ao Ministério Público detectar aí que esse jogo de planilha foi o grande chave de galão dessas pessoas que estavam mal intencionadas em não fazer realmente as coisas acontecerem, mas ter um benefício próprio em relação a algum retorno”, disse o deputado Oscar Bezerra (PSB).

Agora o relatório vai ser votado pelos deputados em plenário. Se aprovado, será entregue a órgãos como o Ministério Público do Estado e a Polícia Civil para possíveis investigações. A previsão é que a votação seja feita até novembro, segundo o presidente da ALMT, deputado estadual Guilherme Maluf.

“Primeiro eu vou levar esse relatório à Procuradoria, para ver se cumpriu todas as metas da CPI, e aí nós vamos pautar isso. Deve acontecer a pauta nos próximos 10 a 15 dias. Ou seja, nós vamos ainda no mês de novembro colocar esse relatório para votar”, disse.

Do G1 MT

Jogador da Portuguesa é encontrado morto em piscina do clube.

Jogador tem o corpo retirado do fundo de piscina da Portuguesa em São Paulo (Foto: Reprodução/GloboNews)


20 de OUTUBRO de 2016 -  O jogador das categorias de base da Portuguesa de Desportos, Lucas Jesus dos Santos, de 16 anos, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira (20) na piscina do clube do Canindé, na Zona Norte de São Paulo.



Jogador da Portuguesa foi encontrado
morto em
piscina
(Foto: Reprodução Redes Sociais)

A vítima era da equipe sub-17. Por volta das 10h, o corpo do jogador já havia sido retirado da água pelos homens do Corpo de Bombeiros.

Uma festa ocorreu no local na noite de quarta (19), e os convidados teriam se jogado na piscina no fim da comemoração.

O jogador passou mal e foi retirado da água por alguns colegas.

Não se sabe como ele voltou para a piscina posteriormente.O caso ainda não foi registrado pela polícia, mas deve ser investigado pelo DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa).

Fonte: Do G1 São Paulo

Henrique Alves visitou apartamento de Cunha antes da prisão´.


20 de OUTUBRO de 2016 - A Folha destaca que o ex-deputado Eduardo Cunha estava em seu apartamento quando a primeira equipe da Polícia Federal chegou, por volta das 13h desta quarta, de acordo com informações dos seguranças do prédio onde ele mora, em Brasília.

Segundo os funcionários, dois agentes se apresentaram na portaria, com mandados de prisão e busca e apreensão em mão, e avisaram que subiriam na casa do ex-deputado. Uma policial ficou no térreo. Ainda segundo a versão dos seguranças, um dos advogados de Cunha, chamado Álvaro, que faz parte do escritório de Ticiano Figueiredo, chegou no prédio 20 minutos antes da PF. Ele se identificou, perguntou se havia acontecido alguma operação e subiu pelo elevador.

Outro carro da polícia chegou pouco depois da primeira equipe. O ex-presidente da Câmara demorou poucos minutos para descer junto com os agentes. Eles foram direto para o subsolo, onde o carro da PF entrou para pegar todos. Os porteiros acompanharam todos os movimentos por uma televisão que exibia imagens de câmeras internas. Eles disseram que Cunha não saiu do apartamento nenhuma vez nesta manhã.

Segundo a PF, o cumprimento ocorreu na garagem do edifício e que Cunha estava acompanhado do advogado.
De acordo com informações obtidas pela reportagem, a faxineira e o motorista estavam na casa. Segundo apuração, Cunha recebeu duas visitas antes da PF chegar: Paulinho da Força e Henrique Alves.

Os seguranças informaram que Claudia Cruz, mulher do ex-deputado, não estava em casa no momento. O advogado de Cunha, Ticiano Figueiredo, deu à Folha a mesma versão que os seguranças do prédio. Ele disse que Cunha estava em casa no momento da prisão e que não havia saído de casa antes da chegada da PF. Afirmou também que a operação ocorreu de maneira tranquila e que os agentes foram “educados” com ex-deputado.

Fonte: Blog do Robson Pires.

Corpo de Bombeiros alerta população a evitar incêndios em áreas de matas.


20 de OUTUBRO de 2016 - A aproximação do período mais quente do ano caracterizado pelas temperaturas elevadas e reduzida umidade nos combustíveis vegetais conduz a uma elevação no número de ocorrência de incêndios florestais em todo o Rio Grande do Norte. De acordo com o relatório da Seção Independente de Proteção Ambiental do CBMRN, a corporação atendeu no período de janeiro a setembro deste ano, 298 ocorrências envolvendo focos de incêndios em áreas de matas somente na Região Metropolitana de Natal, sendo 255 em terrenos baldios, 27 em áreas de proteção ambiental e 16 em áreas de vias públicas. Deste total, quase 30% dos casos ocorreram no mês de setembro, o que demonstra uma preocupação com o crescimento de ocorrências neste período. Em um mês foram registrados 68 focos deincêndios em terrenos baldios, sete em áreas de proteção ambiental e cinco em via pública.

De acordo com o CBMRN, o período compreendido entre setembro e fevereiro é considerado o mais crítico quando se trata de incêndios florestais e isso acontece em função da alta temperatura. As condições climáticas do período, associadas à existência de uma mata desidratada, especialmente em redor das habitações e a comportamentos negligentes na utilização do fogo, aumentam as situações de iminente perigo nesta estação.

“Cerca de 95% das ocorrências registradas pelo Corpo de Bombeiros em nosso estado são de incêndios que foram provocados pela ação humana. Geralmente surge a partir de pontas de cigarro lançadas em terrenos com vegetação seca, da limpeza de lixo com o uso do fogo, brincadeira de criança, entre outros fatores. Um incêndio florestal, além de agredir ao meio ambiente, pode propagar-se às habitações e provocar graves prejuízos”, ressaltou o comandante da SIDAM, Capitão Jonas Alves. Para evitar que este tipo de ocorrência aumente neste período, grande parte desta responsabilidade está na consciência da população.

Dicas para evitar incêndios florestais:

Não queime lixo nas proximidades de vegetação seca;
Não jogue tocos de cigarro às margens de rodovias, pois podem estar acesos;
Não faça queimadas para limpar terrenos;
Mantenham o terreno baldio sempre limpo e com a vegetação baixa;
Ao perceber um foco de incêndio se alastrando, ligue imediatamente 193.

Fonte: Blog do Robson Pires.