Alimentação na infância / Imagem: SaúdeLab
26 de FEVEREIRO 2026 - Um estudo liderado por pesquisadores da University College Cork, na Irlanda, sugere que o consumo frequente de alimentos ricos em gordura e açúcar nos primeiros anos de vida pode deixar marcas duradouras na forma como o cérebro regula a fome.
Mesmo que a alimentação melhore mais tarde e o peso volte ao normal, parte dessas mudanças pode continuar.
A pesquisa foi feita em laboratório, e os resultados ajudam a explicar por que a alimentação na infância pode influenciar o comportamento alimentar na vida adulta.
Os cientistas observaram alterações no hipotálamo, área responsável por controlar quando sentimos fome e quando estamos satisfeitos.
Quando o contato com alimentos muito calóricos acontece cedo e com frequência, os sinais que regulam o apetite podem ficar desajustados.
Na prática, isso pode significar:
mais vontade por alimentos gordurosos e açucarados;
26 de FEVEREIRO 2026 - Um estudo liderado por pesquisadores da University College Cork, na Irlanda, sugere que o consumo frequente de alimentos ricos em gordura e açúcar nos primeiros anos de vida pode deixar marcas duradouras na forma como o cérebro regula a fome.
Mesmo que a alimentação melhore mais tarde e o peso volte ao normal, parte dessas mudanças pode continuar.
A pesquisa foi feita em laboratório, e os resultados ajudam a explicar por que a alimentação na infância pode influenciar o comportamento alimentar na vida adulta.
Os cientistas observaram alterações no hipotálamo, área responsável por controlar quando sentimos fome e quando estamos satisfeitos.
Quando o contato com alimentos muito calóricos acontece cedo e com frequência, os sinais que regulam o apetite podem ficar desajustados.
Na prática, isso pode significar:
maior dificuldade de se sentir satisfeito;
tendência a repetir padrões alimentares pouco saudáveis;
risco maior de obesidade ao longo da vida.
Fonte: R7
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