/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2018/m/N/v4wvgOQrCQUzlFsLtVgA/whatsapp-image-2018-01-01-at-10.23.50.jpeg)
Caminhão do Exército chega ao ginásio Pedro Ciarlini, base
da Operação Potiguar III em Mossoró
(Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)
01 de JANEIRO 2018 - Um militar das Forças Armadas brasileiras foi encontrado morto dentro do alojamento montado pela Operação Potiguar III em um ginásio de Mossoró, na região Oeste potiguar. O caso aconteceu na madrugada desta segunda-feira (1º) e foi confirmado pela comunicação do Exército. Cerca de 2,8 mil homens foram enviados ao Rio Grande do Norte neste final de semana para reforçar a segurança do estado, que enfrenta uma paralisação de policiais e bombeiros desde o dia 19.
Em entrevista coletiva no final da manhã desta segunda (1º), em Natal, o ministro da Defesa, Raul Jungmann afirmou que o caso ainda está sendo investigado. "Ainda não temos informações concretas. Mas o que já podemos informar é que não houve um crime", pontuou.
Informações como o nome, a idade e a patente do militar não foram divulgadas. A motivação da morte também não foi informada pela corporação. Uma equipe da Delegacia de Plantão de Mossoró foi até o ginásio Pedro Ciarlini, no bairro Bom Jardim, por volta das 7h desta segunda, mas foi impedida de entrar no local.
O delegado de plantão foi informado pelos militares que eles aguardavam a perícia da Polícia Federal e de um perito militar, que viria de Recife.
A assessoria da Operação Potiguar III confirmou a morte de um militar e que o fato ainda está sendo apurado. De acordo com a corporação, quando houver mais informações, elas serão divulgadas em nota. O Exército também afirmou que está dando apoio aos familiares do militar.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2018/A/R/MuBKz4RNG6Hc8AYDkt3g/whatsapp-image-2018-01-01-at-12.36.34.jpeg)
Paralisações
Os militares começaram a atuar no Rio Grande do Norte na última sexta-feira (29), após o governo federal atender a um pedido do Estado. O objetivo da operação é garantir a lei e a ordem durante uma paralisação das polícias Militar, Civil e do Corpo de Bombeiros, que começou no dia 19 de dezembro. Sem policiamento nas ruas houve aumento da violência na região metropolitana de Natal, Mossoró e outros municípios do interior.
Pelo menos 720 militares já estavam na capital no primeiro dia de operações. Até o final do sábado, 2,8 mil estavam no estado (inicialmente o Ministério da Defesa havia anunciado 2 mil homens). Eles foram divididos entre a Grande Natal e Mossoró.
Policiais e bombeiros cobram pagamento de salários e anunciaram uma operação padrão denominada "Segurança com Segurança". Com isso, alegam que só deixarão os batalhões com viaturas e equipamentos em condição de uso.
Neste domingo (31), o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte determinou que os comandantes prendam e abram procedimento de expulsão dos militares que estejam incitando ou defendendo o movimento. Em outra decisão, do sábado (30), a Justiça autorizou o estado a remanejar R$ 225,7 milhões recebidos do Fundo Nacional da Saúde, entre outros recursos, para pagar salários de novembro, dezembro e o décimo terceiro aos servidores estaduais.
Salários
O governo não conseguiu cumprir um calendário que havia divulgado no dia 21 de dezembro de pagamento dos salários. O próprio governador Robinson Faria anunciou que o RN receberia R$ 600 milhões do governo federal, mas o Ministério da Fazenda negou o repasse após recomendação do Ministério Público de Contas.
Nesta sexta-feira, a administração estadual pagou apenas o salário de novembro dos servidores que recebem até R$ 4 mil. Mais de 80% da polícia foi contemplada, porém a paralisação continou. O pagamento do restante dos servidores será feito na primeira semana de janeiro, segundo informou o governo em nota, sem especificar o dia.
Na terça (26), a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, afirmou que está em estudo no Ministério da Fazenda e no Banco Mundial um plano para ajudar o Rio Grande do Norte. Segundo ela, a ajuda não envolverá recursos da União, mas um empréstimo do Banco Mundial ao estado.
Apesar disso, o governo do RN pediu ao ministro da Fazenda Henrique Meirelles que reconsidere a decisão de não enviar ajuda financeira no valor de R$ 600 milhões ao estado e ainda entrou com um recurso de embargo de declaração no Tribunal de Contas da União.
O objetivo, segundo a administração, é esclarecer a decisão do TCU que tinha sido favorável à transferência de auxílio do governo federal aos estados em crise fiscal, entre eles o RN.
Por Igor Jácome, G1 RN
01 de JANEIRO 2018 - Um militar das Forças Armadas brasileiras foi encontrado morto dentro do alojamento montado pela Operação Potiguar III em um ginásio de Mossoró, na região Oeste potiguar. O caso aconteceu na madrugada desta segunda-feira (1º) e foi confirmado pela comunicação do Exército. Cerca de 2,8 mil homens foram enviados ao Rio Grande do Norte neste final de semana para reforçar a segurança do estado, que enfrenta uma paralisação de policiais e bombeiros desde o dia 19.
Em entrevista coletiva no final da manhã desta segunda (1º), em Natal, o ministro da Defesa, Raul Jungmann afirmou que o caso ainda está sendo investigado. "Ainda não temos informações concretas. Mas o que já podemos informar é que não houve um crime", pontuou.
Informações como o nome, a idade e a patente do militar não foram divulgadas. A motivação da morte também não foi informada pela corporação. Uma equipe da Delegacia de Plantão de Mossoró foi até o ginásio Pedro Ciarlini, no bairro Bom Jardim, por volta das 7h desta segunda, mas foi impedida de entrar no local.
O delegado de plantão foi informado pelos militares que eles aguardavam a perícia da Polícia Federal e de um perito militar, que viria de Recife.
A assessoria da Operação Potiguar III confirmou a morte de um militar e que o fato ainda está sendo apurado. De acordo com a corporação, quando houver mais informações, elas serão divulgadas em nota. O Exército também afirmou que está dando apoio aos familiares do militar.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2018/A/R/MuBKz4RNG6Hc8AYDkt3g/whatsapp-image-2018-01-01-at-12.36.34.jpeg)
Helicóptero do Exército chegou a Mossoró no meio da
manhã desta segunda-feira (1º)
(Foto: Oscar Xavier/Inter TV Cabugi)
Os militares começaram a atuar no Rio Grande do Norte na última sexta-feira (29), após o governo federal atender a um pedido do Estado. O objetivo da operação é garantir a lei e a ordem durante uma paralisação das polícias Militar, Civil e do Corpo de Bombeiros, que começou no dia 19 de dezembro. Sem policiamento nas ruas houve aumento da violência na região metropolitana de Natal, Mossoró e outros municípios do interior.
Pelo menos 720 militares já estavam na capital no primeiro dia de operações. Até o final do sábado, 2,8 mil estavam no estado (inicialmente o Ministério da Defesa havia anunciado 2 mil homens). Eles foram divididos entre a Grande Natal e Mossoró.
Policiais e bombeiros cobram pagamento de salários e anunciaram uma operação padrão denominada "Segurança com Segurança". Com isso, alegam que só deixarão os batalhões com viaturas e equipamentos em condição de uso.
Neste domingo (31), o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte determinou que os comandantes prendam e abram procedimento de expulsão dos militares que estejam incitando ou defendendo o movimento. Em outra decisão, do sábado (30), a Justiça autorizou o estado a remanejar R$ 225,7 milhões recebidos do Fundo Nacional da Saúde, entre outros recursos, para pagar salários de novembro, dezembro e o décimo terceiro aos servidores estaduais.
Salários
O governo não conseguiu cumprir um calendário que havia divulgado no dia 21 de dezembro de pagamento dos salários. O próprio governador Robinson Faria anunciou que o RN receberia R$ 600 milhões do governo federal, mas o Ministério da Fazenda negou o repasse após recomendação do Ministério Público de Contas.
Nesta sexta-feira, a administração estadual pagou apenas o salário de novembro dos servidores que recebem até R$ 4 mil. Mais de 80% da polícia foi contemplada, porém a paralisação continou. O pagamento do restante dos servidores será feito na primeira semana de janeiro, segundo informou o governo em nota, sem especificar o dia.
Na terça (26), a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, afirmou que está em estudo no Ministério da Fazenda e no Banco Mundial um plano para ajudar o Rio Grande do Norte. Segundo ela, a ajuda não envolverá recursos da União, mas um empréstimo do Banco Mundial ao estado.
Apesar disso, o governo do RN pediu ao ministro da Fazenda Henrique Meirelles que reconsidere a decisão de não enviar ajuda financeira no valor de R$ 600 milhões ao estado e ainda entrou com um recurso de embargo de declaração no Tribunal de Contas da União.
O objetivo, segundo a administração, é esclarecer a decisão do TCU que tinha sido favorável à transferência de auxílio do governo federal aos estados em crise fiscal, entre eles o RN.

/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/l/A/67Uv0ATPq8GxXniDiCJA/whatsapp-image-2017-12-28-at-06.49.24.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/z/5/3H0Or0RiyPO51MtYgBAg/caminhao.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/f/i/43DoY0TOO8hf3hQJgEaw/velorio-fortaleza.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/Y/9/kld0ySRHOpErWeAbMIzg/crianca-segura-assaltante.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/g/d/Sm4ZN2SwqnFTpAMnfaoQ/whatsapp-image-2017-12-28-at-14.50.37.jpeg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/z/O/Q6TNTIQdupzjYYhXxEjQ/arma.jpg)


/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/2/O/YXQcQBQCmbWGKMoH9HUA/sem-agua-nas-torneiras-moradores-de-santana-do-matos-enfrentam-fila-para-pegar-agua-nos-chafarizes-espalhados-pela-cidade.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/B/T/buFBmlRiGFYxgYuLfj1g/maria-rocha-moradora-de-santana-do-matos-tem-espernca-de-um-ano-novo-de-boas-chuvas.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/3/w/DcBf78RsCxsFF5yJ4izw/maria-alves-agricultora-ficou-emocionada-ao-lembrar-que-o-natal-esta-se-aproximando-e-ela-nao-vai-ter-dinheiro-para-presentear-a-familia.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/b/x/gH8WrRQ0SEPgZiiF8wIQ/sem-chuvas-o-acude-rio-da-pedra-que-abastece-o-municipio-de-santana-do-matos-esta-praticamente-seco.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/j/Q/dbtYpNQNCY6nL8nBcEzQ/leito-rachado-e-peixes-mortos.-este-e-o-cenario-do-acude-rio-da-pedra-reservatorio-que-abastece-santana-do-matos.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/f/v/p7G7aFTQGPzT6qWBrzcA/aposentado-jose-ferreira-de-medeiros-precisa-fazer-muito-esforco-para-passar-o-dia-inteiro-levando-baldes-de-agua-para-casa.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/a/6/eq8ZlRSkypPM3z1ImiLg/agua-que-a-prefeitura-de-santana-do-matos-oferece-a-populacao-e-amarelada.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/C/S/wwAJfzQ86o0eSLN9jTEw/vasilhas-baldes-garrafoes-e-tambores-de-agua-marca-o-lugar-na-fila.-com-as-torneiras-vazias-populacao-de-santana-do-matos-precisa-recorrer-aos-chafarizes-para-ter-o-que-beber.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/R/D/VXR2dBThyGuQ2vYPrkaQ/maria-do-rosario-diz-que-so-usa-a-agua-que-pega-nos-chafarizes-para-lavar-louca-e-tomar-banho-e-que-por-isso-esta-pagando-caro-a-particulares-para-ter-agua-boa-para-beber-e-cozinhar.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/t/o/WIbRtDTLCrzReFzLbU8w/esperar-pela-agua-que-chega-aos-chafarizes-da-cidade-por-meio-de-carros-pipa-ja-virou-rotina-na-vida-dos-moradores-de-santana-do-matos.jpg)